sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Fazendo a diferença no Ensino Público


A Professora Lilian Olegário e os alunos Vinícius,Gabriela, Gustavo, Antonio Ghislei e Monalisa vencedores do Projeto Estudo sobre automedicação em estudantes do Ensino Médio.Esse prêmio recebido na FETEC MS (FERIA DE TECNOLOGIA , ENGENHARIA E CIÊNCIAS DE MATO GROSSO DO SUL)

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

ESCOLA TEOTÔNIO VILELA GANHOU PRÊMIO!!!!!!!!!!!!!!!

A ESCOLA ESTADUAL TEOTÔNIO VIVELA
RECEBEU PRÊMIO PELA PARTICIPAÇÃO DA FETEC MS – FEIRA DE TECNOLOGIAS, ENGENHARIAS E CIÊNCIAS DE MS -   PELO TRABALHO: “ESTUDO SOBRE AUTOMEDICAÇÃO EM ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO DA E.E. TEOTÔNIO VILELA E MORADORES DOS BAIRROS ADJACENTES”
24 A 27 DE OUTUBRO DE 2011

·     1º lugar FETEC MS  Ciências da Saúde
·     1º lugar melhor Diário de Bordo
·     1º lugar em grupo FEBRACE 2012
   (Representação MS em SP na USP)
·     1 Bolsa de estudo pela UFMS por 1 ano pelo
CNPq – Conselho Nacional de Pesquisa

ALUNOS:  2º anos A e B do Ensino Médio
PROFESSORA ORIENTADORA: Lílian Olegário – Química e Biologia

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

PROJETO CONECTA ESCOLA

A professora Dirley de Língua Portuguesa discutiu com a sala sobre o tema :

A “geração T” sabe tudo que acontece, mas permanece incapaz de analisar, comparar e julgar   Através do projeto Conecta Escola a professora trabalhou textos dissertativos- argumentativos com a turma do 1º H do Ensino Médio do período Noturno que utilizou a discussão para abordar o tema sobre a  PALESTRA: "Sem limites, a juventude na era do tudo pode" que ocorrerá às 19:00h dia 21/10/2011.

ESCOLA ESTADUAL TEOTÔNIO VILELA
AULA INFORMÁTICA – PROJETO CONECTA
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA
PROFESSORA: DIRLEY MARIA
Profª S.T.E-Gisele Alves


Leia os textos e navegue em outros sites para pesquisa sobre os temas “geração que tudo pode” e “geração sem limites”.

A “geração T” sabe tudo que acontece, mas permanece incapaz de analisar, comparar e julgar


Meu amigo Patrick é francês e vive no Brasil há anos. Têm uma visão crítica da forma de ser do brasileiro em comparação a outros povos, especialmente os europeus. E eu me divirto com ele. Recentemente, presente a um desses eventos badalados que trata de redes sociais, ele me ligou para descrever o público. Jovens, muito jovens, com seus iPads e iPhones, tuitando furiosamente enquanto assistiam às palestras de dezenas de especialistas. Ao final da palestra, invariavelmente o apresentador dizia:
- Alguma pergunta?
Silêncio. Ninguém. Nada. E assim foi, de palestra em palestra. Ninguém nunca perguntava nada. O Patrick então disse que aquela era a geração T. Tê de testemunha: “Sou testemunha de tudo, mas não tenho opinião sobre nada.”
É isso mesmo que tenho visto por aí: a geração T dominando os espaços e dedicando-se à única coisa que consegue fazer: contar para os outros o que viu. Ou no máximo, repetir a opinião de terceiros, enquanto permanece incapaz de analisar, comparar, julgar e de emitir opiniões.
Mas sabe o mais louco? A “geração T”, diferente das outras gerações, parece não ter um período definido. Não é composta exclusivamente de gente que nasceu entre o ano x e o ano y… É claro que a quantidade de jovens é muito grande, mas ela generosamente engloba gente nascida desde 1950…
Em minha palestra “Quem não se comunica se estrumbica” falo de um estudo que mostra que nos 40 mil anos que se passou desde o momento em que o homem desceu das árvores até inventar a internet, a humanidade produziu 12 bilhões de gigabytes de informação, algo como 54 trilhões de livros com 200 páginas cada. Agora veja esta: somente no ano de 2002 produzimos os mesmos 12 bilhões de gigas! Geramos num ano o mesmo que em 40 mil anos… Em 2007 foram mais de 100 bilhões de gigas! E em 2012 serão alguns trilhões! Produzimos informação numa velocidade cada vez maior enquanto inventamos traquitanas que tornam cada vez mais fácil acessar essas informações. Mas de que adianta ter acesso às informações se não temos repertório para dar um sentido à realidade?
O resultado é a geração T, que sabe tudo que acontece, mas não tem ideia do por que acontece. Entrega-se à tecnologia de corpo e alma, como “vending machines”, aquelas máquinas automáticas de vender refrigerantes em lata, sabe? Distribuidores de conteúdo de terceiros, focados no processo de distribuição, mas sem qualquer compromisso com o conteúdo distribuído.
Nada a estranhar, afinal. Querer que as gerações que saem de nosso sistema educacional falido conheçam questões conceituais, paradoxos, tradições, estilos de comunicação, relações de causa e efeito, encadeamento lógico dos argumentos e significados para poder exercer o senso crítico é demais, não? É mais fácil e menos comprometedor simplesmente contar para os outros aquilo que ficamos sabendo.
A geração T não consegue praticar curiosidade intelectual, só a curiosidade social. Tentei achar um nome para esse fenômeno e acabei concluindo que só pode ser um: fofoca.
A geração T é a geração dos fofoqueiros. E você é testemunha.
Luciano

Geração que tudo pode

Observando os adolescentes de 12 a 14 anos, portanto os da geração Lula no poder, percebemos uma geração de jovens adolescentes desestruturados, sem sentido do coletivo, sem percepção do outro, sem respeito aos mais velhos. Uma geração de pessoas que acreditam “que não dá nada”, da impunidade, dos direitos. Por um lado pensam que o mundo está a seu serviço, por outro, acreditam que nada precisam fazer, coisas simples como estudar para a prova, fazer uma pesquisa, fazer uma redação.
Se não estou enganada, parece que impera a visão de que é possível ser o que quiser sem precisar esforço, sem estudar. A meritocracia foi jogada no lixo, pois se o aluno estudar ou não, é aprovado, se for reprovado a culpa é da escola e do professor, é a cultura do mais, e deveria ser a cultura do melhor.
Penso que o mundo político, a facilidade com que se consegue as coisas por meio dele, a impunidade, ganhar na conversa, os desmandos com dinheiro público, leva a um salve-se quem puder, ou melhor, ganhe quanto puder, e sem esforço.
Observando o comportamento dos nossos jovens, aqueles em quem depositamos nossas esperanças. Investimos nosso melhor tempo, dinheiro, esperança de futuro, fica um sentimento de vazio, um sentimento de falta, mas o que falta? Todas as crianças vão à escola, ao chegar à adolescência muitos abandonam antes de chegar à universidade, mas e os que têm acesso, que têm condições, estudam para quê? Realmente estudam? Observe quantos bares existem em frente às universidades públicas e privadas, e veja que sempre estão cheios, e os pais desses estudantes estão sendo enganados, ou estão se enganando?
Os professores têm imensas dificuldades para cobrar resultados, pois os trabalhos acabam sendo copiados da internet, o desempenho não passa do razoável, e quando se formam, se formam para quê? A distância é grande até o mercado de trabalho. Em pesquisa recente demonstrou-se que nossos jovens não têm opinião, os debates dos principais assuntos não atingem os jovens, por exemplo, efeito estufa, crise mundial, desemprego, etc. O adolescente não tem espaço na atual sociedade, o mundo do trabalho está limitado aos jovens pelas diversas restrições do Estatuto da Criança e do Adolescente. Por outro lado as empresas não oferecem oportunidades para que possa iniciar nesse mundo, bem como ocupar o tempo produtivamente. O mundo social o discrimina, pelas suas roupas, cabelo, etc, modismos próprios da idade.
No mundo da família ele não é criança para obedecer e submeter-se incondicionalmente às normas da casa, tão pouco adulto para participar das discussões e decisões da família.
São jovens educados pela pedagogia anestésica, onde não é permitido à criança o sofrimento normal da vida. Os pais não deixam a criança chorar, nada pode faltar, não deve ser contrariada. Com isso criamos adultos que pensam que tudo é possível na hora que querem. Com isso não desenvolvem a resistência natural para dificuldades da vida adulta. Juntando-se a isto, o fato de nossas crianças e jovens ter acesso irrestrito aos “desejos do mundo”, como roupas e tênis de marca, modernos equipamentos eletrônicos, carros e a um padrão de beleza difícil de ser acompanhados, e criados com tudo do bom e do melhor, apenas por existir.
Nesse momento, em que definiremos os políticos que comandarão o país, fico com uma sensação esquisita, como educadora, fico meio decepcionada, pois tudo o que acreditei e lutei, mais liberdade, democracia, oportunidades parecem que nunca chega, mas nunca chega mesmo, é só promessa.

Esther Cristina Pereira



Após realizar a leitura dos textos e pesquisar outros sites, produza um texto dissertativo- argumentativo sobre o tema. Lembre-se que já foram estudados os critérios para o texto dissertativo-argumentativo.

GRÁFICOS

ESCOLA ESTADUAL TEOTÔNIO VILELA
ALUNOS   DO 3° A  PERÍODO:MATUTINO
PROFESSORA: MÁRCIA APARECIDA
PROF° STE: MÁRCIA LOPES

  INICIO DA PESQUISA PARA CONFECÇÃO DE GRÁFICOS NA STE, ALUNOS NA SALA DE AULA JUNTAMENTE COM A PROFESSORA REGENTE.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

PROJETO CONECTA ESCOLA

EE TEOTÔNIO VILELA.
ANO 3º ANO D
TURNO: VESPERTINO
PROF. REGENTE: MARCOS VINICIO
PROFª STE: NILCE RODRIGUES
RECONTO : A CIGARRA E A FORMIGA
ATIVIDADE:  MÚSICA AQUARELA
                        


  A GIGARRA E A FORMIGA
Era uma  vez a cigarra e a formiga.
A  formiga só  trabalha  e  a cigarra só cantava. A  formiga  se distraiu com a cigarra e começou  a  dançar .

Quando  a  rainha  chegou, a  formiga  saiu correndo e a rainha falou para  a  cigarra que  o  inverno  chegará.
Quando o inverno chegou, a cigarra bateu  na  porta da formiga mais ela  desmaiou de frio.  Apareceram um monte de formiga e ajudaram ela se esquentar.
A formiga falou  para ela entrar na casa e cobriu ela com  uma coberta e colocou seus pés num  balde com  água  quente.E  falou para ela cantar para todas as formigas, que fizeram uma festa. E a cigarra não morreu de frio,porque as formigas ajudaram ela.

 Alunos: Bruno e João 3º ano D